Oiiii queridos!!!!...😍
Sabendo que o ser humano é a peça chave para fazer qualquer processo acontecer dentro de uma empresa, a interação entre o homem e o trabalho será nosso assunto neste post. Ou seja, a Psicologia Organizacional e do Trabalho.
Por outro lado, do psicólogo que se aventura por essa área, é esperado que o mesmo seja proativo, tenha empatia, senso analítico, liderança, capacidade de motivar, além de algum conhecimento sobre os demais processos organizacionais da empresa e do mundo corporativo. E, principalmente, foco nos resultados. Tudo isso sem perder o "jogo de cintura" ao lidar com os desafios do dia a dia, que incluem:
Queridos... objetivando melhor compreensão, ou apenas um acréscimo mesmo ao nosso post, assistam ao vídeo, a seguir, sobre nossa abordagem de hoje... é ótimo!!!
Por fim, vimos que cada vez mais gestores têm percebido a importância de um funcionário capacitado e satisfeito com seu trabalho e com o ambiente onde ele atua. Sendo assim, a tarefa do psicólogo organizacional e do trabalho começa no conhecimento da empresa, através de análise de resultados e da interação com os funcionários, sabendo o que estes pensam e como se sentem em relação a ela.
Embora as duas estejam interligadas, a Psicologia Organizacional, como o próprio nome diz, está associada a uma organização ou empresa. E, sua atuação é voltada para atender as necessidades dos vários setores do empreendimento. Enquanto a Psicologia do Trabalho é mais abrangente, visto que nem todo trabalho depende de uma empresa. Ficou claro para vocês?!...
Em comum as duas têm, como base, lidar com o ser humano e suas habilidades, necessidades e conflitos no ambiente de trabalho. Levando-o a se sentir mais motivado com a sua profissão.
Ao surgir, no início do século 19, a Psicologia Empresarial, como também é chamada, focava apenas no lucro e na melhora da produtividade das empresas. O profissional que atuava nessa área tinha a tarefa, exclusiva, de conseguir profissionais adequados para cada função dentro da empresa.
Com o passar dos anos, entre 1970 e 1990, a qualidade de vida do trabalhador se tornou um tópico importante e extremamente funcional para as Companhias, que buscavam maiores rendimentos profissionais e maior faturamento.
De 1990 para cá, temos a Psicologia Organizacional e do Trabalho como conhecemos hoje. Com uma abordagem mais integrada, sendo um apanhado geral de tudo que vem sendo aplicado, desde 1920, no mercado trabalhista. Hoje, o foco é tão grande nos resultados quanto no bem-estar do individuo. Ainda bem não é mesmo?!... Assim, todos ganhamos!!!...
Para o profissional que decide investir nessa área, o leque de atuação é muito grande, pois o mesmo exercerá a função de avaliar a empresa, seu ambiente e suas equipes de colaboradores. Identificando problemas e falhas e, sugerindo soluções, criando um ambiente que promova o bem-estar dos funcionários, a fim de aprimorar o desempenho da organização, seja ela pública ou privada.
Dentre a diversidade de atividades, nós temos:
- Fazer o recrutamento e seleção.
- Analisar e desenvolver cargos.
- Fazer a pesquisa de clima organizacional.
- Zelar pela saúde do trabalhador.
- Promover a segurança no trabalho.
- Avaliar o desempenho.
- Compreender as razões do absenteísmo e rotatividade.
- Ajudar o trabalhador a atingir suas metas pessoais a profissionais.
Com isso, as empresas entendem que o profissional da área da Psicologia Organizacional e do Trabalho, vem para ajudar a Organização a melhorar seu desempenho e de seus colaboradores, resultando num grande diferencial perante o mercado. Organizações que não se preocupam em investir em uma melhor qualidade de vida de seus funcionários, não sobreviverão. Enquanto, as que apostam nessa mão de obra, qualificada e específica, para melhorar a relação entre e com os trabalhadores, geralmente, colhem os benefícios.
Quais são esses benefícios?!... deem uma olhadinha:
- Solução de problemas.
- Diminuição dos índices de faltas.
- Aumento da produtividade e resultados.
- Diminuição de gastos.
- Cultura de valorização do trabalhador
- Melhora da comunicação.
Por outro lado, do psicólogo que se aventura por essa área, é esperado que o mesmo seja proativo, tenha empatia, senso analítico, liderança, capacidade de motivar, além de algum conhecimento sobre os demais processos organizacionais da empresa e do mundo corporativo. E, principalmente, foco nos resultados. Tudo isso sem perder o "jogo de cintura" ao lidar com os desafios do dia a dia, que incluem:
- Satisfazer os dois lados envolvidos.
- Cuidar da saúde física e psicológica do trabalhador.
- Conseguir intervir e melhorar as condições de trabalho precárias.
- Fazer a inclusão de novos colaboradores.
- Não desviar de sua real função na empresa.
- Administrar questões pessoais.
Por fim, vimos que cada vez mais gestores têm percebido a importância de um funcionário capacitado e satisfeito com seu trabalho e com o ambiente onde ele atua. Sendo assim, a tarefa do psicólogo organizacional e do trabalho começa no conhecimento da empresa, através de análise de resultados e da interação com os funcionários, sabendo o que estes pensam e como se sentem em relação a ela.
O sucesso de uma organização depende de vários processos. Desta forma, é imprescindível que haja boas relações interpessoais e um bom ambiente de trabalho para que tudo isso aconteça, e essa Psicologia colabore com a organização de todos esses aspectos. Fica a dica!!!!
Terminamos por aqui nosso post sobre o Psicólogo na Empresa...ops...sobre o Psicólogo Organizacional e do Trabalho... ué.. não seria a mesma coisa?!...rsrsr... mais uma reflexão a vocês!!!
Bjooosss😘..
Camila e Eliana.
Terminamos por aqui nosso post sobre o Psicólogo na Empresa...ops...sobre o Psicólogo Organizacional e do Trabalho... ué.. não seria a mesma coisa?!...rsrsr... mais uma reflexão a vocês!!!
Bjooosss😘..
Camila e Eliana.
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